CAVALOS CRIOULOS

Há 30 anos a Estância Cerros Verdes se dedica a criação de Cavalo Crioulo. A família Cerros Verdes investe na Raça, buscando cruzamentos diferenciados para a melhoria do plantel. Hoje, a Estância possui cavalos descendentes de grandes animais do Uruguai, Argentina e Chile, sem esquecer as melhores cabanhas brasileiras, garantindo qualidade em morfologia e função à manada.

Linha do Tempo

1978 – Don Pororó

A Cerros Verdes importa o terceiro melhor macho da Exposição do Prado, em Montevideo, Don Pororó, cavalo responsável pelo início da Cabanha da Música e que veio a ser a base para o cruzamento com o Mañanero El Yuyo, do famoso criador argentino Ballester, na década de 80. Um gateado de maravilhosa morfologia.

1989 – 1990 – Bibiano de Santo Ângelo e Fundamento

A Estância vai a Cabanha Santo Ângelo de Uruguaiana onde compra do amigo Jorge Bastos, o belo Bibiano e o Fundamento, filho de La Invernada Aniversário e neto de Tren Tren, respectivamente. Bibiano – definido por João Antônio Cunha, ícone na criação de Cavalo Crioulo como um cavalo fantástico – foi quatro vezes o Grande Campeão da Exposição de Santana do Livramento.

Década de 1990 – Las Agatas Riguroso e El Sur Gancho Amigo

Em viagem ao Chile, a Cerros Verdes aposta em Las Agatas Riguroso. A compra foi considerada polêmica devido à idade do animal, então com 22 anos, mas Riguroso era pai do cavalo mais caro do Chile na época, o famoso Rio Negro avaliado em US$ 150 mil. Se a Cerros Verdes conseguisse dois anos de cobertura do poderoso animal, o objetivo seria cumprido, mas Riguroso foi utilizado por três anos, superando as expectativas de todos.
Anos mais tarde, a Estância voltou ao Chile e visitou os mais importantes criatórios do país junto ao amigo Luis Martins Bastos, que comprou o excelente El Sur Gancho Amigo, grande reprodutor e pai de uma das éguas da Cerros Verdes.